segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Céu

Olhar pro céu faz eu me sentir bem
Me faz sonhar e planejar o futuro
Faz eu achar que tudo é possível (e, de fato, é)
Ao olhar pro céu, eu me sinto pequena, e ao mesmo tempo grande
Me faz viajar
Me faz pensar
Olhar pro céu traz memórias felizes, outras nem tanto
Me dá uma sensação de melancolia
Me traz nostalgia
Mas, no fim, tudo fica bem
Ao olhar pro céu, me dá uma vontade de viver
Me sinto plena e forte
Me sinto necessitada e sensível
É uma mistura de todo tipo de emoção
(Mas sabemos que são as boas que predominam)
E, principalmente, ao olhar pro céu, eu vejo o amor
O amor de Deus
Tudo isso, quando olho pro céu

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

A oculta necessidade do cavalheirismo

É de conhecimento de todos que a sociedade vêm mudando cada vez mais. A tecnologia avançando, pensamentos - antes tão certos e indiscutíveis - se renovando, costumes mudando... Mas o meu ponto principal no momento são esses costumes, focando no cavalheirismo. Obviamente, todos nós estamos em constante estado de evolução - seja fisicamente, mentalmente ou emocionalmente -, e isso reflete no nosso jeito de agir. Mas será que toda "evolução" é boa? Não precisamos mais do dito tão antigo e antiquado cavalheirismo
Tenho prestado mais atenção nos últimos dias, e me parece que as mulheres estão sedentas pelo cortejamento, e os homens (alguns; os que tem caráter e valorizam a mulher), para cortejá-las. Talvez seja pela minha recente - e tão proveitosa - leitura de romances de época que tenho ficado com esse pensamento martelando na cabeça, mas ligando fatos (relatos de amigas apaixonadas, vídeos de resenha de romances etc) percebo que isso realmente existe. 
Muitas vezes o homem tem certa atitude com uma mulher só com a intenção de fazê-la se sentir bem. Pagar a conta do restaurante, abrir a porta do carro, fazer um elogio, não é machismo. Às vezes o cara fala "minha mulher" e a moça fica ofendida. Eu não vejo nada de mais nisso; ele só está esclarecendo que a própria é a namorada/esposa dele. Não é machismo. A maioria dessas coisas, como já falei, é para a mulher se sentir lisonjeada.
Mas, assim como existe mulheres que não estão nem aí para a maneira que vão ser conquistadas, existem homens que, na minha opinião (como tudo que está escrito aqui), não prestam, e acham que cavalheirismo parou na metade do século XX, e olhe lá. É com esses homens que devemos ter cuidado (digo isso para as meninas/mulheres românticas iguais a mim), se estamos querendo ser lisonjeadas e paparicadas. Claro que aquela coisa,
às vezes monótona e brega do século XVIII, XIX, está FORA DE QUESTÃO. Mas um pouquinho de romance... acho que todo mundo quer, né?
Bom, minha conclusão é que, na medida certa, o cavalheirismo é super válido. E minha dica para as mulheres que desejam isso é: exijam e façam por merecer (não adianta muito ficar se atirando pra tudo que é cara e depois querer ser respeitada e "aplaudida")! Os homens não irão fazer isso, a não ser que vocês, com sutileza (e mais que isso até), peçam. E homens: abram o olho e revejam suas atitudes ;) 

sábado, 19 de novembro de 2016

Um vírus chamado "negação"

Não querer fazer algo é normal. Todo mundo já passou por isso alguma vez na vida. Mas, muitas vezes com essa "não vontade", vem a negação: saber que tem coisa para fazer e simplesmente fingir que ela não precisa ser feita. Saber que tem um trabalho a ser feito e ir adiando-o, até quando não der mais, por exemplo.
Eu mesma já passei por muitos "estado de negação" nesses meus 16 anos. O brasileiro - ou melhor, o jeitinho brasileiro - tem um pouco dessa cultura de adiar as coisas, esquecer elas, em teoria, para só lembrar quando já está no aperto. Não sei se isso é natural do ser humano, se lá na Pré-história ou Idade Média já faziam isso, ou se é uma degradação da humanidade - porque, convenhamos, bom não é -. Além do que, essa negação toda pode nos trazer muita ansiedade - o mal do século, não? -, mesmo que para nós, temporariamente, esse problema não está mais nos incomodando. Porém... opa! Ele está sim; não foi totalmente esquecido e estamos nos preocupando com ele, mesmo sem sabermos.
Portanto, já percebendo que a negação só traz coisa ruim, podemos tentar nos livrarmos dela - que, muitas vezes, está do ladinho da preguiça, outro vírus do qual estamos infectados. Esse não é um problema mundial, ou até mesmo social, mas acabar (ou amenizar) com esse inconveniente poderia nos levar a ter uma vida um pouco mais light, onde aceitaríamos e enfrentaríamos os nossos problemas e preocupações.

*Agora, depois de escrever isso, vou ter que fazer um trabalho da escola que está sendo adiado. Como a verdade é linda...

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Só tinha que escrever

Ela se sentia triste, angustiada. Estava magoada. Por sorte, não era uma mágoa profunda. Se sentia presa, emperrada. Tudo que ela queria agora era ser livre; poder voar, talvez. Ser um pássaro. (Ah, tadinha, já estava delirando) Queria sentir aquela sensação de poder fazer tudo, onde nem o céu é o limite.
"Talvez, junto com o amanhã, essa sensação venha", pensou. Então ela só tinha que esperar. Só tinha que acreditar. Só tinha que escrever.

O Homem no Ônibus

Ele andava curvado, à procura de um lugar para sentar. No fundo do ônibus, finalmente encontrou um assento vazio. Se acomodou e tirou da mochila os fones de ouvido - aqueles grandes, mais caros e chamativos.
Perdido em seus pensamentos, ele nem imaginava o que as pessoas à sua volta estariam pensando a seu respeito. "Deve ter roubado aqueles fones"; "Ainda bem que não sentou perto de mim"; "Será que esse cheiro estranho está vindo dele?"
O homem pensava em como faria para mandar dinheiro para a família. Pensava se conseguiria um emprego melhor que o atual. Pensava se, um dia, seria "alguém na vida", como falavam por aí.
Finalmente chegou sua parada, e o homem desceu os degraus do coletivo. O motivo do medo e nojo de alguns passageiros foi embora; todos seguiram com suas vidas, sem lembrar, no dia seguinte, que o viram.

São várias as perguntas que tenho para situações como essa, mas a principal é: quando vai acabar? O racismo está enraizado, e tentar desconstruí-lo é a luta de muitos (graças a Deus!). A história eu inventei, mas, claramente, foi baseada em fatos reais.
E aí, você é um dos passageiros do ônibus?

domingo, 18 de setembro de 2016

"Liberdade, liberdade"

O conceito de liberdade varia muito de pessoa para pessoa. Claro, no dicionário pode ser o mesmo sempre, com palavras difíceis e tal (estou com preguiça de procurar), mas cada um entende por liberdade o que quiser. Afinal, todos são livres.
Alguns acreditam que ter liberdade é fazer tudo o que quiser. Curtir a vida, aproveitar e abusar de cada segundo. Viver sem arrependimentos. Sério? Sem arrependimentos?
Outros, pensam que ser livre é poder sair na rua, ter seu trabalho e sua vida. Só. Também, pra quê perder tempo pensando muito nessas coisas? A vida é assim e pronto. 
Já eu (e tomara que outras pessoas também), acredito que liberdade é saber que tu pode fazer "o que quiser" (as aspas são pra lembrar que existem leis), mas também saber que essas escolhas que tu fizer geram consequências. E, além disso, sei e vivo uma outra liberdade: a liberdade de Jesus. Essa liberdade é a melhor! Tu é livre, tu sabe que existem escolhas e consequências, e tu tem um manual (Bíblia) pra te direcionar a fazer as escolhas certas. E melhor ainda: tu pode ser amigo do escritor desse manual, que, literalmente, sabe tudo e de tudo.
Então, pra quê viver sem pensar no depois, se o depois VAI VIR? Ele existe! Sim, as consequências existem, e podem vir logo em seguida, ou mais tarde. Também acredito que devemos aproveitar a vida, mas de um jeito que, REALMENTE, não nos arrependeremos. Como fazer isso? Aproveita os momentos com tua família; nunca se sabe quando tu não vai mais ter eles por perto (aliás, ora pra Deus os guardar). Não cria inimigos; algum dia tu pode precisar deles. Quando tu ver o céu bonito, com diferentes tons, não tira só uma foto e esquece; continua olhando e admirando. 
Enquanto escrevia isso, minha gata começou a puxar brincadeira comigo. Parei de escrever e fui brincar com ela, pois não sei quando não terei mais ela comigo. Pra não terminar esse texto com um clima de bad, quero te lembrar que existe um Deus - O Deus; O Cara - que está sempre pronto pra te consolar e ser teu refúgio. Ele está ali para dar conselhos e para corrigir. Vale a pena conhecer esse Deus, te garanto! E esse foi meu textinho filosófico. Acabei.


terça-feira, 13 de setembro de 2016

Confissões de alguém que detesta faltar aula

Se você leu esse título e se perguntou "O que essa menina tem na cabeça? Quem não gostar de matar aula?" saiba que eu também gostaria de ter resposta para essas perguntas. Acontece que eu sou muito certinha pra algumas coisas e gosto de ter toda a matéria no caderno. É bem estranho, eu sei.
Claro que eu gosto de ficar em casa (muitas vezes prefiro isso do que sair e ir para uma festa, ou algo assim), sem precisar me arrumar e tal, mas eu realmente prefiro ir na aula, se posso. Fico com medo de algum professor ter dado algo MUITO IMPORTANTE e aí eu vou mal na prova porque faltei aula. Ou também, bem no dia que eu faltei, um professor passa um filme. - Inclusive isso já aconteceu e eu fiquei bem braba comigo mesma.
Além disso, no dia seguinte, vêm os teus amigos te perguntar por que você faltou, achando que você deve explicação pra eles. "Ah, eu estava cansada, aí meus pais deixaram eu faltar." Isso é o que eu mais falo. Bom, eu gostaria de ficar sabendo se tem mais alguém que não gosta de faltar aula; isso me faria mais feliz e menos estranha.
*Este texto não foi escrito com o intuito de obrigar uma pessoa a se pronunciar se concorda com a escritora, mas se se essa mesma pessoa quiser, está livre. Livre mesmo.

*sem criatividade para um título*

Saindo da padaria, a mulher não fazia ideia do que a esperava. Levava uma vida calma e solitária, e a leve chuva que caia era a sua única companhia. Saiu caminhando lentamente na direção de sua casa, nem um pouco preocupada em se molhar. Observar a brincadeira das crianças, os carinhos trocados pelos namorados... tudo isso a fazia feliz. E foi isso que a mulher fez até chegar em casa. Mas o mundo dá voltas. Agora, era a vida dela que daria aos outros o que falar.
Ao ver o que a aguardava no portão do sobrado, seu coração quase parou. Lágrimas brotaram em seus olhos e ela foi abrindo um tímido sorriso, alheia aos latidos do cachorro da vizinha. O seu primeiro amor estava lá, esperando seu abraço. Depois de tanto tempo, ela quase o havia esquecido. Quase.
Mas foi se lançar nos seus braços, deixando as sacolas caírem, que tudo voltou. Todas as sensações, todas as emoções. E foi assim que começou o seu tão desejado "final feliz".

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Esse mundo doido...

Caos. Gritaria. Guerra. Terror. Pânico. Medo. No que transformamos o mundo?
Fico me perguntando como o mundo seria se o homem não fosse tão egocêntrico e mau. Sim, mau. Por quê tantas guerras? Por quê tanta ganância? Parece que ainda não aprendemos os verdadeiros valores da vida. Ainda pensamos que é o dinheiro que faria a diferença, tornaria tudo melhor. Porque essa parece ser a motivação para tanta maldade e trapaças: riquezas. O poder ainda está presente, mas agora é diferente. Agora o que torna um homem poderoso é o dinheiro.
Mas estamos plenamente enganados se pensamos que o problema está só nos ricos, só no governo. Afinal, o governo é reflexo do seu povo. Quando colamos na prova; quando furamos uma fila; tudo isso é uma forma de corrupção. OPA! "Mas isso é normal, todo mundo faz..." É, se isso é normal e todo mundo faz, por que os governantes não podem desviar milhões de reais, só para seu "bem-estar"? Se estão todos fazendo...
Ao ver uma notícia de um jovem que se suicidou, todos ficam em choque. "Mas como? Por quê? Devia ter algum problema com drogas..." O que essas pessoas não sabem - ou não querem saber - é que podem estar causando uma vontade de o próprio filho não querer mais viver. Achar que é inútil. Será mesmo que tanta briga, castigos e xingamentos são proveituosos? Uma coisa é educar, outra é maltratar.
Esse mundo doido me deixa doida. Me dá vontade de dar uma sacudida em todo mundo e gritar "ACORDA! CHEGA!". Mas não posso fazer isso. Já que não posso, estou escrevendo isso. Esse mundo doido... dá vontade de me mandar. Vontade de voltar uns séculos e explicar que não é assim que se faz. O mundo já passou por tanta coisa ruim. Ainda passa. E só porque ainda não aprendemos. Esse mundo doido me deixa doida.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Ah é, esqueci de comentar que sou cristã

Esse Deus se passa! Definitivamente, Ele se passa! Alguns trechos, como "o mundo jaz do maligno", ou "tudo posso naquele que me fortalece", nunca fizeram tanto sentido para mim como estão fazendo agora. E, a cada tentativa do diabo me deixar mais fraca, mais vulnerável, ele só me deixa mais focada no meu alvo, que é Jesus. Estou escrevendo isso apenas para mim, para que eu nunca me esqueça desse momento de nervosismo, que virou calmaria; desse momento de tristeza, que virou alegria.
As coisas ruins acontecem porque "o mundo jaz do maligno". E, mesmo com todas essas coisas tão horríveis e chocantes, eu tenho Deus, que me dá todo o poder - e armadura - para eu enfrentar essas barbáries, que muitas vezes podem ser ciladas. Então, "tudo posso naquele que me fortalece". A Palavra de Deus nunca esteve tão clara e certa para mim. Além de tudo isso, - que parece ser complexo, mas na verdade é bem simples - Jesus morreu por nós. Por amor ao Pai e à nós. E como Deus é assim, MUITO top, Ele ainda ressuscitou o Seu filho.
Então, volto a afirmar: esse Deus maravilhoso se passa.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

LIVRO OU FILME? - O Diabo Veste Prada

Bom, quero começar dizendo que eu primeiro assisti o filme - umas trocentas vezes -, e depois li o livro. O Diabo Veste Prada é da autora Lauren Weisberger, e foi publicado em 2003, sendo o filme lançado em 2006. O livro conta a história de Andy, uma jornalista um tanto desiludida. Mesmo querendo trabalhar em um importante jornal de New York, onde o livro e o filme se passam, Andy consegue um emprego que "um milhão de garotas se matariam para ter". O tal emprego é ser assistente de um dos mais renomados nomes da moda, Miranda Priestly.
Nos primeiros dias no emprego, Andy se dá um pouco mal. Ela não entende nada de moda, e é considerada um fracasso pelas colegas de trabalho, e também pela exigente chefe, que não dá folga para a já formada jornalista. Mas então a protagonista para de se queixar e começa a se esforçar mais. É aquela famosa frase "o mundo dá voltas". Vou parar de falar sobre a história porque acredito que a maioria das pessoas que gostam de um bom "filme de menininha" já viu O Diabo Veste Prada. E se alguém não viu, é algum cara que não tá nem aí pra isso.
Agora, se eu achei o livro melhor que o filme, como geralmente é? Não. O livro é muito bom, sim, mas o filme supera. Lauren traz uma abundância de detalhes no livro, que às vezes nem são tão importantes. Acredito que o filme abordou melhor a história que a autora queria contar, do que a própria. Depois de uma crítica dessa, você pode estar se perguntando por que então eu achei o livro bom. Mas, repetindo, o livro é bom. O problema é que em algumas partes ele se torna um pouco maçante. Enfim, essa é a humilde opinião de quem comprou o DVD e o livro, só porque achou a história sensacional. Se você gostou muito do filme e tem uma certa curiosidade com o livro, não deixe de ler, por mais que demore. Vale a pena.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Desabafo 2 - agora menos pesado

Meus queridos amigos, leitores, ou sei lá o que que vocês são: my feelings are hurt.
Por que?
POR QUE? Por ver Grey's Anatomy! Que. Série. Maravilhosa. Sério! Mas também que série que provoca uma mistura louca de sentimentos na gente! Eu fiquei chorando durante um tempão enquanto via uma season finale. Só vim aqui para desabafar mesmo - já desabafei com a minha mãe, que não entendeu nada.
Ah, aliás, minha mãe me pegou chorando e achou que eu estava fingindo. O que ela fez? Riu da minha cara. Obrigada, mãe. Mas, ok, ela é uma queridona.
Bom, se você estiver procurando uma série maravilhosa - e longa, o que deixa ela melhor ainda - para assistir, eu SUPER recomendo Grey's Anatomy. Mas se prepare, você provavelmente vai chorar (se você é como eu, que "entra" na série) bastante.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Desabafo

"Ele só atirou porque é isso que ele aprendeu a fazer"
"Só roubou para se sustentar"
"É moleque, pode fazer o que der na telha"
Enquanto tu é contra a "cultura do estupro", o moleque (que tu defende) tá estuprando. Não, não é porque ele não tinha outra escolha. Não é porque ele achava que tava certo. Ele sabia que tava errado. Sabia. E mesmo assim tu continua defendendo ele. "Racismo e estupro não podem ser justificados" - concordo com isso - "mas a situação do agressor contribuiu". Sério? Contribuiu?
Ah, para. Por favor, para.
Milhares de policiais arriscando suas vidas para TENTAR TE dar uma segurança de qualidade. Milhares deles em confronto com BANDIDOS para que TU não saia no prejuízo. "Mas é só o trabalho deles" sim, é o trabalho deles. E QUE TRABALHO! Têm alguns que erram? Têm. Mas dizer que o teu grupinho tava "de boa curtindo" e "do nada" os policiais chegaram batendo e dando porrada em todo mundo? Não. Alguma coisa aconteceu. Alguma coisa que tu não quer contar. Não é só o bandido que morreu que tem família. O policial tem também. E cá entre nós, teve uma vida muito mais digna de honra do que o bandido. Não me interprete mal, a vida dos dois tem o mesmo valor. Mas o policial morreu fazendo o que era correto. O que era o seu trabalho. Ele escolheu estar ali para que, talvez, a tua irmã não fosse estuprada; para que o teu celular, que o teu pai trabalhou tanto para te dar, não fosse roubado; para que teu filho que só se negou a dar SEUS pertences ao bandido, não fosse morto. Falta oportunidade para muitas pessoas? Falta. Falta educação de qualidade? Falta. Mas não vem querer defender quem está CLARAMENTE errado. Não. Por favor, não faz isso.

domingo, 19 de junho de 2016

Sou uma procrastinadora

Se você não sabe o significado da palavra "procrastinação", ou você trate de olhar agora mesmo no dicionário, ou tente entender minha explicação, porque não vou colocar o real meaning aqui. Sabe quando você tem que estudar para uma prova, mas não tá afim? Ou quando têm que tomar uma decisão importante? O ato de adiar essas coisas é chamado de procrastinação.
Eu tenho a mania de ser meio organizada, então gosto de arrumar meu quarto (sim). Só que sempre antes de estudar, eu tenho que ter arrumado tudo, se não, não rola. Então eu coloco uma musiquinha, vou cantando, dançando e arrumando. O problema é que eu fico ouvindo a musiquinha, relaxo, ou até arranjo outra coisa para fazer. E estudar que é bom (mentira), nada!
Eu tenho que fazer um trabalho de português para terça-feira. Estou escrevendo isso num domingo. Já comecei a fazer o trabalho? "QUE? QUE TRABALHO? Tenho até amanhã para fazer isso!" (Essa é a minha resposta para a pergunta acima, caso você não tenha percebido). Claro que o fato de o trabalho ser em grupo facilita a procrastinação, já que todos têm que fazer alguma coisa (sabemos que não é bem assim; sempre tem um que tem mais trabalho) e responder no grupinho do WhatsApp, então o tempo vai passando e ninguém faz nada.
Outra coisa que me torna uma procrastinadora, é quando eu tenho que ir para algum lugar e não quero. Demoro para me arrumar, fico fazendo nada na cama, só com o pensamento de "droga, eu tenho mesmo que ir...".
Agora, se você se identificou com alguma dessas situações, pode crer que não está sozinho. Espero mesmo que um dia eu deixe a procrastinação de lado e vá fazer as coisas sem adiar mas, cá entre nós, sabemos que isso provavelmente não vai acontecer.

domingo, 12 de junho de 2016

Minhas aventuras no ônibus

Vocês provavelmente não vão achar nada demais as minhas histórias ou os meus dilemas, mas eu vou contar mesmo assim. Ônibus é um meio de transporte do dia-a-dia de muita gente, e parece ser uma coisa insignificante (e é, Bárbara!), mas rende uma boa dose de risadas ou dramas. O pior de tudo, é quando tu tá quase chegando na parada e o ônibus passa e tu não chega a tempo. Ô coisa chata! Aí tu tenta dar aquela corridinha básica - "vai que o motorista para um pouquinho depois e abra a porta pra mim" -, mas parece que os caras não fazem questão de serem gentis. Só o que resta é se lamentar e esperar...
Um dia o cobrador foi me devolver o troco - era em moedas - e quando eu fui passar a roleta, com o troco na mão, o ônibus deu aquela freada LEGAL e minhas moedas caíram todas no chão do bus. Uma voou, inclusive. Um cara muito queridão pegou e me devolveu (aliás, se você estiver lendo isso, obrigada de novo). Não tinha muito porquê, afinal essas coisas acontecem com qualquer um, mas eu fiquei com uma baita de uma vergonha. Sentei imediatamente e torci para que ninguém tivesse dado muita bola.
Mas o melhor são as conversas do ônibus. Eu não fico de fone ou mexendo no celular porque tenho medo de ser assaltada (sim, tenho isso graças aos meus queridos papais), então o que me resta é dormir, ler ou ouvir a conversa dos outros. Tinha uma mulher um dia que não conhecia o bairro direito e começou a bater boca com o cobrador e com o motorista, nem lembro exatamente porque. Ela não deve ter entendido alguma informação que pediu. Tive que me segurar muito para não rir, pois claramente ela estava brava sem razão.
Ah, e às vezes senta umas pessoas do teu lado... Com cheiro de cigarro, suada, ou que não para de se mexer. Outra coisa horrível é quando tem alguém do teu lado no celular e tu fica com aquela vontade enorme de olhar o que a pessoa está fazendo (pelo menos comigo é assim, sou dessas curiosas). Bom, provavelmente vou continuar passando vergonha e me irritando algumas vezes nesse veículo TÃO LEGAL (se você não percebeu a ironia, meus parabéns: você não tem senso de humor - to brincando, beijinho para você), but the life goes on anyway.

sábado, 11 de junho de 2016

A verdade sobre os gatos

"Gato preto dá azar", "Gato é sem graça", "Prefiro cachorro, ele é mais fiel". Essas são algumas das frases que eu escuto seguidamente sobre esses bichinhos tão amados. Eu tenho duas, e elas brincam, dormem no colo, correm e conversam (sim). Muita gente é preconceituosa em relação à gatos, e talvez porque nunca tiveram um. Minha gata mais novinha (3 anos) pede para subir em cima do meu guarda-roupa seguidamente. A gente abre uma porta e ela já vai subindo tudo sozinha. Aí depois mia para descer. A mais velha (4 anos) brinca de esconde-esconde comigo direitinho. Além disso, as duas brincam entre si de lutinha, o que é a coisa mais fofa de se ver. Quando chegamos em casa, geralmente uma das duas - se não ambas - nos esperam na porta, na maior alegria porque estamos de volta. São seres muito queridos e dóceis, mas claro que isso depende do comportamento do dono com o animal.
Enquanto eu escrevo isso, minha gata mais velha está deitada no meu colo, se lambendo toda e enchendo minha calça de pêlo. Ah, isso é uma coisa ruim: fica pêlo por toda a casa, uma poeira só! E também é legal castrar, o que te faz gastar um pouco de dinheiro (além da ração e terrinha - outra vantagem de ter gato: ele faz suas necessidades no lugar certo).
A moral desse texto, é para que VOCÊ, que julga (no sentido ruim) algum animal só pelo fato de ter outro, se ligar e procurar conhecer antes de falar alguma coisa. Eu não posso falar que hamsters são chatos porque eu nunca tive um, ou nunca conversei sobre o animal com alguém que tivesse. Claro que podemos ter preferência por algum bichinho, isso é normal. Mas procure conhecer! Espero que esse pequeno sermão tenha servido para alguma coisa. Se não serviu, tudo bem, gostei de escrever ele mesmo assim. E se você está na dúvida de ter um gatinho ou não, TENHA e dê MUITO AMOR, pois ele responderá da mesma maneira.

O que eu penso sobre "Feminismo"

Faz um bom tempo que tenho visto o assunto "Feminismo" em questão em várias redes sociais e debates. Feministas clamando por igualdade, criticando várias coisas, e "antifeministas" fazendo piada de tudo. Tenho que dizer que discordo de ambos. Existe sim uma desigualdade entre homens e mulheres na nossa sociedade. Na maioria das vezes, homens não se preocupam em andar sozinhos na rua, ou às vezes ganham mais respeito só pelo fato de serem homens. Sim, isso existe. Mas nem tudo é machismo ou opressão. Claro que essas e outras questões devem ser levadas em conta e mudadas, mas usando o feminismo para culpar tudo que existe de ruim na sociedade não é a forma certa.
De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, todos temos os mesmos direitos ("à vida, à liberdade e à segurança pessoal"), e isso deve ser respeitado, sim. O fato de ser mulher não deve me impedir de ir mais longe, de ser melhor que muitos homens, isso é um fato. Como é bom a maioria das pessoas saberem disso! Concordo com muitas coisas que o feminismo defende, mas não me considero uma feminista. Não me considero, pois para as mesmas tudo é motivo de discussão e revolta, e praticamente qualquer comentário que é contrário ao delas, é machismo. Também penso que os homens devem aprender a fazer as coisas certas e a tratar bem uma mulher desde pequenos, e simplesmente porque isso é o certo. Agora, usar muitas vezes o feminismo como meio de crítica à politica, a partidos e a políticos... "para que tá feio".
Por outro lado, a maioria dos assuntos trazidos pelo feminismo são sérios, e não devem ser motivo de piada ou "agressão". Mas o que tem de errado em não ser feminista? O que tem de errado em ter uma opinião diferente? O que todo mundo quer é liberdade, mas estamos realmente usufruindo dela e respeitando as opiniões de todo mundo? Desde quando se manifestar contra alguma coisa te faz ser burro? Ouvi muitas reclamações de opressão, mas será que confrontar sempre quem tem uma ideologia diferente da sua, não seria um tipo de opressão? Mais paz e amor no coração, por favor.